Nacionais

Como forma de estabelecimento de intercâmbio Nacionais o PPGER, desenvolvem ações com as mais variadas instituições públicas, privadas, movimentos sociais e ONG´s. Entre estas ações é possível citar:
1. Termo de Cooperação entre o PPGER da UFV e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, para estudos sobre perfil de beneficiários e diagnóstico socioeconômico em unidades de conservação federais. A parceria com o ICMBio contemplou em 2017 também o envolvimento de uma estudante de mestrado do PPGER;
2. Continuidade com o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico – SEDE e a Universidade Federal de Viçosa, para realização de ações, projetos e Programas objetivando desenvolver ações de ensino, pesquisa e extensão para o fortalecimento do cooperativismo mineiro, como instrumentos essenciais para a promoção, competitividade e o desenvolvimento de Minas Geras;
3. Continuidade do convênio com a CODEVASF e a RURALMINAS para elaboração do Plano de Reassentamento dos atingidos pela construção da barragem do rio Jequitai;
4. Participação no projeto PROGEST- CEFET-MG. Projeto de formação profissional para trabalhadores da Construção Civil;
5. Participação no COOPERAMINAS -Programa de Fortalecimento do Cooperativismo mineiro. Convênio assinado entre UFV e Governo do Estado de Minas visando realizar eventos, pesquisas e cursos e produzir material didático voltados a integração de organizações cooperativas e a UFV. Esse convênio possibilitará a interação entre pesquisadores e as organizações, bem como com representantes do governo estadual, fomentando pesquisas mais consonantes com as demandas socioeconômicas dos segmentos atendidos;
6. A assessoria prestada pelo Projeto de Assessoria às Comunidades Atingidas por Barragens e Mineração em Minas Gerais. Projeto de Extensão dentro da Linha de Pesquisa “Governança de Recursos Comuns e Desenvolvimento Sustentável”.
7. Participação no Grupo de Trabalho do Cooperativismo da Agricultura Familiar, responsável por criar uma rede de pesquisadores voltados a pesquisas e trabalhos técnicos ligados ao cooperativismo da agricultura familiar e economia solidária no brasil, articulado pela Cresol Baser, Unicafes Nacional e UNICOPAS, integrando importantes universidades nesse processo, como UFRGS, UFSC, UNILA, UFTPR, UFV etc.;
8. Membro do Observatório Nacional do Cooperativismo, uma rede de pesquisadores do cooperativismo no Brasil, organizada e financiada pela Organização das Cooperativas Brasileiras, com papel de socializar conhecimentos científicos sobre cooperativismo nacional, organizar eventos e produzir pesquisas consonantes com as demandas do movimento cooperativista brasileiro. Integram essa rede inúmeras universidades, como USP, UFSM, UFMG, UFT, UFRB, UFV etc.;
9. Participação no Comitê Científico da III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada – AgUrb”. Evento de escopo internacional que pela primeira vez deve acontecer no Brasil em 2018. O evento reuni uma rede de pesquisadores e ativistas dos temas agricultura e alimentação, problematizando a segurança alimentar e as matrizes produtiva e energética que sustentam alimentação mundial. As articulações técnico-científicas para realização da Conferência já estão em andamento;
10. Convênio com então Ministério de Desenvolvimento Agrário que instituiu a Rede Mais Gestão de Universidades, para desenvolver estudos, pesquisa e inovação na área de gestão das cooperativas e demais organizações econômicas da agricultura familiar estimulando o desenvolvimento de processos de monitoramento, avaliação, geração de informação e conhecimento, assim como a execução de atividades de interesse dos pactuantes que convirjam para o esforço comum no desenvolvimento de capacidades e o aperfeiçoamento das políticas públicas. Captação de aproximadamente R$ 2.000.000,00. Envolve cerca de 40 pesquisadores de 8 diferentes instituições de todas as macrorregiões do país;
11.Convênio MAPA – UFV: Nesse convênio o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) cede dados de interesse as pesquisas realizadas na Universidade Federal de Viçosa, focando, principalmente, no seguro rural. Além de permitir o intercâmbio de informações entre pesquisadores das duas instituições durante a vigência do convênio, de 2017 a 2020, podendo ser prorrogado;
12. Coordenação do Projeto PPSUS/FAPEMIG (2017 a 2020) Arranjos Institucionais e os Efeitos do Programa Mais Médicos (PMM) na Atenção Básica à Saúde. Com financiamento de R$ 80.838,00 com 24 meses de bolsa de IC e 24 meses de bolsa de apoio técnico;
13. Fairtrade – O projeto piloto pretende avaliar se os objetivos do Fairtrade junto aos produtores de café em Minas Gerais, Brasil, estão sendo ou serão obtidos. Observa-se que as ações do Fairtrade se estendem do preço diferenciado recebido pelo produtor ao Premium pago às cooperativas. De posse da renda recebida pelos produtores, esses exercem mudanças em suas propriedades que afetam, em última análise, o bem-estar de suas famílias e podem alterar o meio ambiente da propriedade. Já o Premium recebido pelas cooperativas podem ser convertidos na organização das mesmas, patrocínio de serviços direcionados aos produtores cooperados e serviços direcionados às comunidades. A avaliação em ambos segmentos, produtores e cooperativas, deverá indicar a eficiência das mudanças pretendidas com as ações do Fairtrade. Esse projeto conta com o financiamento do Fairtrade USA, CLAC, e BRFair com aportes de, aproximadamente, 21.000,00 US$ e tem duração aproximada de 3 anos.
14. Controle Social de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial: Estudos Integrados e Comparativos de Indicadores de Inclusão Social e Produtiva e de Superação da Pobreza em Territórios Brasileiros 2016-2019. Projeto aprovado no EDITAL CAPES Programa de Apoio à Pós-Graduação e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Desenvolvimento. Socioeconômico no Brasil PGPSE n° 42/2014 em consórcio com a UFRN, a UFV e a UFCA. Não obstante a existência de instituições formais genuinamente públicas – a exemplo do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas, da Controladoria, do Ministério Público e do Poder Judiciário – a sociedade brasileira vem, somente em anos recentes, avançando em estratégias de controle de políticas públicas efetivadas pelo Poder Executivo nas várias instâncias federativas. Tal fenômeno está relacionado à emergência de novos atores coletivos que representam, por um lado, o alargamento das fronteiras temáticas de espaço público e, por outro, denunciam dificuldades de gestores públicos no atendimento aos requisitos legais do controle social. Assim, as inovações institucionais em curso estruturam-se de modo a incorporar representantes da sociedade civil e do Estado, inclusive aquelas categorias e grupos sociais que antes estavam excluídos do espaço público institucional e do debate com as representações formais do Estado. Tais fatos, portanto, tornam-se relevantes quando se pensa e se atua na avaliação de políticas públicas. À luz dessas constatações, cinco estratégias podem ser ocorrer no exercício do controle social pela sociedade civil: por meio de organizações não-governamentais, que se constituem com base uma diversidade de objetivos e natureza; mediante a participação na elaboração e no acompanhamento do orçamento público (Orçamento Participativo); na colaboração com o Poder Legislativo na apresentação de emendas e propostas de Lei; na colaboração no controle da execução orçamentária sob o emprego do instrumento da Audiência Pública; a partir da organização em conselhos comunitários, em associação de bairros e outras organizações do gênero. São essas, portanto, estratégias possíveis, dentre outras eventualmente insurgidas do estudo, que avalizam a relevância do projeto em pauta, inclusive por assumir perspectiva territorial comparativa em diferentes estados da Federação. Captação de aproximadamente 1.500.000,00, entre custeio e bolsas;
15. Participação na Rede Nacional de Pesquisadores em Gestão Social (RGS), em relação com dezenas de universidades brasileiras. Foco: Promoção de atividades de pesquisa em comum, socialização de banco de dados e criação e manutenção do Encontro Nacional de Pesquisadores em Gestão Social (ENAPEGS);

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